quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
KhanAcademy
A Khan Academy é uma organização educacional sem fins lucrativos criada em 2008 pelo norte-americano Salman Khan. Sua missão é oferecer educação de alto nível para qualquer pessoa em qualquer lugar, por meio de vídeo-aulas e plataforma de exercícios online. Todo conteúdo é aberto e gratuito. A Fundação Lemann – em parceria com o Instituto Natura, Instituto Península, o Ismart e a Fundação Telefônica – trouxe a Khan Academy para o Brasil, traduzindo para os vídeos e levando a ferramenta de exercícios para escolas públicas. Atualmente há mais de 1000 aulas em português – de Matemática, Biologia, Química e Física. A plataforma de exercícios de matemática da Khan Academy está disponível em português. Adaptativa ela permite o aprendizado em qualquer ritmo.
http://www.fundacaolemann.org.br/khanportugues/
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Universidades brasileiras formam consórcio para importar técnicas de ensino dos EUA.
Victor Vieira - O Estado de S. Paulo
A ideia é formar uma espécie de consórcio entre as universidades para trazer especialistas de MIT e de Laspau, um Instituto de Harvard focado na América Latina, que darão aulas aos professores brasileiros, selecionados pelo comitê gestor do projeto de acordo com seus interesses acadêmicos. Também serão convidados palestrantes de outras universidades americanas e de uma canadense.
A previsão é formar, no prazo de três anos, 300 docentes que teriam o compromisso de serem multiplicadores nas instituições de origem, para atingir 1,5 mil professores no total. Os investimentos serão de aproximadamente US$ 540 mil (R$ 1,281 milhão) e as aulas, presenciais e online, começarão em maio. Ainda é discutido como será o rateio de custos entre as instituições e já existem diálogos com fundações de apoio à pesquisa e a Coordenação de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia ligada ao Ministério da Educação, para buscar apoio financeiro.
No primeiro momento, algumas universidades participam apenas informalmente, como a USP e o campus de Guaratinguetá da Universidade Estadual Paulista (Unesp), já que dependem de mecanismos legais para contratar professores estrangeiros. Além das paulistas, participam instituições cariocas e mineiras.
Uma das técnicas ensinadas será a Peer Instruction (Instrução pelos Colegas), desenvolvida pelo professor de Física de Harvard Eric Mazur na década de 1990. A proposta incentiva os alunos a estudarem os conteúdos antes das aulas para que sejam discutidos em grupo na classe. Outro modelo a ser importado é o Projects Based Learning (PBL), em que os estudantes aprendem por meio do desenvolvimento de projetos ou na resolução de problemas propostos.
"Nesse formato, o professor não faz monólogos nem dá as respostas prontas. O aluno é sempre instigado a participar e pensar junto", afirma Fábio Reis, diretor operacional da Unisal, de Lorena, uma das faculdades que encabeçam a iniciativa. Segundo ele, a prioridade da formação é para o campo de tecnologia, mas docentes de outras áreas também poderão fazer os cursos.
"O estudante terá vantagens para se colocar no mercado. Se ele pensa na execução de projetos que têm impactos na sociedade e na empresa, é bem visto pelos empregadores", diz Reis, que aponta a sistematização de ideias e pesquisas como outro foco do treinamento. Para ampliar a conexão com o mercado, executivos farão parte do comitê gestor do consórcio.
Segundo Messias Borges da Silva, professor da Escola de Engenharia de Lorena responsável por discutir a adesão ao projeto, os métodos de Instrução pelos Colegas e Aprendizado baseado em Projetos já são usados na universidade. "Incluímos o desenvolvimento de projetos até em disciplinas do primeiro ano e conseguimos excelentes resultados." O Instituto de Física de São Carlos, também da USP, é outra unidade que adota o formato.
Adaptação. As transformações nos métodos pedagógicos também exigem ajustes estruturais. Na USP Lorena estão sendo construídos dois laboratórios baseados no modelo Technology Enable Active Learning (Teal), desenvolvido no MIT. Os espaços, que ficam prontos no fim do ano, favorecerão os experimentos em grupo, o uso de mídias móveis e a troca de experiências entre os estudantes.
"O aluno poderá buscar a teoria antes e durante a aula, fazer a experiência e usar softwares em simulações, com diversas possibilidades para testar fórmulas e parâmetros", explica Borges da Silva. A reforma das salas e a compra dos programas virtuais e do mobiliário, feitas por meio de um edital da USP voltado à inovação, custam R$ 500 mil.
Jornal O Estado de São Paulo 25/02/2014
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Piramide de aprendizado
“A pirâmide do aprendizado é uma representação
gráfica simbólica do índice de retenção do conhecimento do indivíduo em
situações de aprendizado presenciais. Da simples leitura conclui-se que está
retenção será maior quanto mais forem utilizados os níveis inferiores da
pirâmide (aprendizagens práticas). A questão básica é saber que método de
aprendizagem poderá reunir o maior número possível de degraus da pirâmides de
forma que se obtenha a máxima capacidade de retenção do conhecimento ou do
aprendizado. A EAD pode ser a resposta a
essa questão e é ....., na hipótese de que como ferramenta de disseminação
abrangente do conhecimento e ao mesmo tempo customizada individualmente, pode
utilizar-se de sistemas híbridos com aulas presenciais e virtuais, ampliando as
formas de comunicação, podendo ser um excelente método que resulte em altos
níveis de retenção desse conhecimento, com resultados mensurados de
produtividade acima da média, ou no mínimo, nivelado com o método tradicional,
porém com economia de tempo e recursos.”
Waisman,Thais
2000 ”A UNIVERSIDADE CORPORATIVA E A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SOB A
ÓTICA DA COMUNICAÇÃO.”
Para atualizar o que aconteceu de 1969 para 2014, segue abaixo um diagrama mais completo.
'Deep learning' technology inspired by human brain"
Machines are becoming increasingly more
intelligent - able to see, speak and even think like us because of "deep
learning", a set of algorithms that allows machines to see objects and
understand what they are.
Prof Zoubin Ghahramani
from the University of Cambridge told Rebecca Morelle, reporting for the
Today programme: "What makes deep learning different from other kinds
of machine learning is that the structure is loosely inspired by our
understanding of the brain.
"Computers, if they're exposed to lots and lots of data - where that data could be images, videos, music, human speech - can extract patterns from that data."
This intelligence can then be used for a variety of technologies, including smart glasses and self-driving cars, which has led to companies such as Google and Facebook investing in it heavily.
First broadcast on BBC Radio 4's Today programme on Thursday 19 December 2013.
"Computers, if they're exposed to lots and lots of data - where that data could be images, videos, music, human speech - can extract patterns from that data."
This intelligence can then be used for a variety of technologies, including smart glasses and self-driving cars, which has led to companies such as Google and Facebook investing in it heavily.
First broadcast on BBC Radio 4's Today programme on Thursday 19 December 2013.
Banco Internacional de Objetos Educacionais
O Banco Internacional de Objetos Educacionais, da SEED-MEC, possui para download, centenas de animações, simulações, vídeos, imagens,
mapas e softwares educacionais. "Referatório ABED" http://objetoseducacionais2.mec.gov.br
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